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Inspeção em Estruturas de Concreto - Corrosão de Armaduras

A corrosão das armaduras é um dos mecanismos possíveis de degradação que diminui a capacidade resistente das estruturas de concreto armado. A velocidade da deterioração, nestes casos, é variável de acordo com diversos fatores intrínsecos à execução e utilização das estruturas. A presença de microfissuras serve de acesso prioritário quanto à entrada de agentes agressivos no interior das estruturas. As principais são o CO2, que causa a carbonatação do concreto e consequentemente queda do seu pH e quebra da película passivante, os sais, principalmente os cloretos, que aumentam a condutividade do concreto e atacam a camada passivante. Uma vez com acesso direto às armaduras, os agentes agressivos iniciam o processo de corrosão nas armaduras em ação conjunta com o eletrólito (água) e o oxigênio. Os fatores que interferem no processo de corrosão são: ambiente de exposição, condições da estrutura, cobrimento eficiente ou deficiente, penetração de agentes agressivos ao interior do concreto e até mesmo os materiais empregados na concretagem.

 

São várias as técnicas usadas para constatação e avaliação da corrosão, mas as técnicas eletroquímicas são as mais utilizadas.

 

O Ensaio de Potencial de Corrosão é um dos métodos eletroquímicos mais utilizados para monitorar e avaliar o comportamento das estruturas de concreto armado em relação à corrosão de armadura. A avaliação qualitativa é feita através de mapas de potencial de corrosão que indicam as áreas mais susceptíveis a patologia. O grau de severidade de corrosão da armadura é determinado conforme probabilidade preconizado na norma ASTM C 876:2015.

 

Com esse ensaio é possível avaliar as condições de corrosão das armaduras e propor soluções de manutenções e reparos.

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